"Ás vezes no silêncio da noite"... o telefone toca e tu, desse lado, emprestas-me instantes mágicos, instantes que tantas vezes se transformam em horas... cumplices, como sempre!
Beijinho grande
"Porque há coisas que unem
As pessoas nas suas memórias
E experiências
Mas nenhuma coisa une tanto
Como o mar tão forte e tão calmo...
Porque a memória não é apenas
Uma colecção de lembranças
Mas uma selecção cuidada
Do que mais nos marca
E esconde também tantas praias
Para lembrar e para descobrir ainda..."
Rita Wemens
...só tu, Ritinha!
Beeeejo grande.
| Beijinho grande
"Porque há coisas que unem
As pessoas nas suas memórias
E experiências
Mas nenhuma coisa une tanto
Como o mar tão forte e tão calmo...
Porque a memória não é apenas
Uma colecção de lembranças
Mas uma selecção cuidada
Do que mais nos marca
E esconde também tantas praias
Para lembrar e para descobrir ainda..."
Rita Wemens
...só tu, Ritinha!
Beeeejo grande.
Acontece (às vezes)
30.Dezembro.2003
'Eu fui ao teu desencontro
Pra não te ver. Nunca mais!
Pra mostrar que sou dos tais
A quem dói o cotovelo
Eu fui ao teu desencontro
Para te desencontrar
E para descobiçar
As ondas do teu cabelo
Eu fui ao teu desencontro
Porque nada me dizias
Passa bem nem os bons dias
E fingias não me ver
Eu fui ao teu desencontro
Só para te desfalar
Para me desabraçar
Dos teus braços de mulher
Às vezes
Até parece
Que não vai dar
Não apetece
Não
E quando vamos largar
É que tudo acontece
Às vezes
Até parece
Que amamos fora de mão
Eu fui ao teu desencontro
Sem uma ponta de despeito
Nem sequer vi no teu peito
O coração de rubis
Eu fui ao teu desencontro
Só para te desbeijar
Para me descompassar
Da dança dos teus quadris
Quando nos desencontrámos
Deu-se a química secreta
Essa fórmula discreta
Em que somos equação
Pomos lá tudo o que temos
O que queremos e não queremos
E acabamos mais ou menos
Ao encontro da paixão.'
Acho que me apaixonei por esta história.
................................................................................................................
A Cássia Eller mostrou-me que há 'Palavras ao vento' .
Depois houve o Mistério do enamoramento... conheci-o numa das minhas incursões à Bertrand, porque nada acontece por acaso... tropeçei nele, foi atracção à primeira vista, a 'estória' era-me tão familiar... No avesso descobri que "o enamoramento não é uma simples paixão, é um processo social no qual dois indivíduos se libertam dos afectos anteriores e formam uma nova e ardente comunidade amorosa. Vivem uma experiência de renascimento, uma explosão de criatividade e, fundindo as suas histórias e os seus sonhos, conseguem criar um projecto de vida comum."
Tinha que perceber. Virei o avesso e começei a desbravar caminho. Então, pude descobrir que "(...) o enamoramento surge quando estamos transformados interiormente, imunes ao sofrimento do passado, obscuramente insatisfeitos com o presente e abertos a novas experiências. Mas nunca mudamos sozinhos. Mudamos apenas quando nos unimos aos outros, quando passamos a fazer parte de um grupo ou caminhamos na vida juntamente com uma pessoa que amamos. É isto que nos oferece o enamoramento. (...) no enamoramento cada um é o líder carismático do outro. (...) As características da pessoa amada são, portanto, fragmentos de um modelo, de um puzzle que se configura dentro de nós próprios e que aquela peça vem, de súbito, completar.
A história do amor é a história desta busca recíproca que termina subitamente quando nos damos conta de que o outro não era quem procurávamos ou quando somos obrigados a renunciar-lhe. De outro modo, dura até estarmos certos de que é unicamente a nós que o outro ama, e deixa de estar condicionada pelo seu passado."
Ainda me falta o desfecho desta estória .
Alguém disse, um dia, que 'quando nada é certo tudo é possível'. Nesta estória nunca nada foi (seguramente) certo. O improvável aconteceu e o evidente resumiu-se a uma conclusão precipitada. Como nada é definitivo, pode ser que um dia te conte o que fica por desvendar...
Acho que me apaixonei por esta história!
"Até logo!"... vou começar um novo livro!
E, "bom é mesmo o princípio porque logo a seguir começa o fim" (Pablo Picasso).
-
| 'Eu fui ao teu desencontro
Pra não te ver. Nunca mais!
Pra mostrar que sou dos tais
A quem dói o cotovelo
Eu fui ao teu desencontro
Para te desencontrar
E para descobiçar
As ondas do teu cabelo
Eu fui ao teu desencontro
Porque nada me dizias
Passa bem nem os bons dias
E fingias não me ver
Eu fui ao teu desencontro
Só para te desfalar
Para me desabraçar
Dos teus braços de mulher
Às vezes
Até parece
Que não vai dar
Não apetece
Não
E quando vamos largar
É que tudo acontece
Às vezes
Até parece
Que amamos fora de mão
Eu fui ao teu desencontro
Sem uma ponta de despeito
Nem sequer vi no teu peito
O coração de rubis
Eu fui ao teu desencontro
Só para te desbeijar
Para me descompassar
Da dança dos teus quadris
Quando nos desencontrámos
Deu-se a química secreta
Essa fórmula discreta
Em que somos equação
Pomos lá tudo o que temos
O que queremos e não queremos
E acabamos mais ou menos
Ao encontro da paixão.'
Acho que me apaixonei por esta história.
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A Cássia Eller mostrou-me que há 'Palavras ao vento' .
Depois houve o Mistério do enamoramento... conheci-o numa das minhas incursões à Bertrand, porque nada acontece por acaso... tropeçei nele, foi atracção à primeira vista, a 'estória' era-me tão familiar... No avesso descobri que "o enamoramento não é uma simples paixão, é um processo social no qual dois indivíduos se libertam dos afectos anteriores e formam uma nova e ardente comunidade amorosa. Vivem uma experiência de renascimento, uma explosão de criatividade e, fundindo as suas histórias e os seus sonhos, conseguem criar um projecto de vida comum."
Tinha que perceber. Virei o avesso e começei a desbravar caminho. Então, pude descobrir que "(...) o enamoramento surge quando estamos transformados interiormente, imunes ao sofrimento do passado, obscuramente insatisfeitos com o presente e abertos a novas experiências. Mas nunca mudamos sozinhos. Mudamos apenas quando nos unimos aos outros, quando passamos a fazer parte de um grupo ou caminhamos na vida juntamente com uma pessoa que amamos. É isto que nos oferece o enamoramento. (...) no enamoramento cada um é o líder carismático do outro. (...) As características da pessoa amada são, portanto, fragmentos de um modelo, de um puzzle que se configura dentro de nós próprios e que aquela peça vem, de súbito, completar.
A história do amor é a história desta busca recíproca que termina subitamente quando nos damos conta de que o outro não era quem procurávamos ou quando somos obrigados a renunciar-lhe. De outro modo, dura até estarmos certos de que é unicamente a nós que o outro ama, e deixa de estar condicionada pelo seu passado."
Ainda me falta o desfecho desta estória .
Alguém disse, um dia, que 'quando nada é certo tudo é possível'. Nesta estória nunca nada foi (seguramente) certo. O improvável aconteceu e o evidente resumiu-se a uma conclusão precipitada. Como nada é definitivo, pode ser que um dia te conte o que fica por desvendar...
Acho que me apaixonei por esta história!
"Até logo!"... vou começar um novo livro!
E, "bom é mesmo o princípio porque logo a seguir começa o fim" (Pablo Picasso).
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Para ti...
...Para ti...
Para ti, que repetes comigo a verdade que ecoa no meu coração...Para ti, que sabes que a amizade é a mais bela forma de amor...e que me ensinaste que esses sentimentos são interconvertíveis...Para ti,que sonhas comigo, o meu sonho, o nosso sonho...Para ti, que fazes com que tudo acabe sempre para correr bem...Para ti, que existes e me permites, apenas, ser...Para ti, que me ensinaste que, apesar do plano estrutural básico existem as particularidades, únicas...Para ti, que me ensinaste a dar-me uma oportunidade...Para ti,que me conheceste pequenina...Para ti, que me viste crescer...Para ti, que és, um dos pilares da minha vida...Para ti, que me ensinaste o valor de cada lágrima...Para ti, que caminhas lado a lado comigo...Para ti, que divides a vida comigo...Para ti, que me acompanhas nas quedas e nos mais altos vôos...Para ti, que me ensinaste ouvir o mar dizer-me para ser feliz...Para ti, que depois do vôo, me ensinaste a aterrar...Para ti, que estás sempre comigo...Para ti, que me ensinas tanto...Para ti...um sorriso...A AMIZADE É A MAIS BELA FORMA DE AMOR!!!...ADORO-TE!!!
...Para ti...aquele abraço apertado...Um abraço fechado...Para ti, por qualquer dia temos que ir andar de baloiço...Quero que o Francisco Maria aprenda a dar a mão...Afinal, para ti, para nós, a amizade é mesmo a mais bela forma de amor!
| Para ti, que repetes comigo a verdade que ecoa no meu coração...Para ti, que sabes que a amizade é a mais bela forma de amor...e que me ensinaste que esses sentimentos são interconvertíveis...Para ti,que sonhas comigo, o meu sonho, o nosso sonho...Para ti, que fazes com que tudo acabe sempre para correr bem...Para ti, que existes e me permites, apenas, ser...Para ti, que me ensinaste que, apesar do plano estrutural básico existem as particularidades, únicas...Para ti, que me ensinaste a dar-me uma oportunidade...Para ti,que me conheceste pequenina...Para ti, que me viste crescer...Para ti, que és, um dos pilares da minha vida...Para ti, que me ensinaste o valor de cada lágrima...Para ti, que caminhas lado a lado comigo...Para ti, que divides a vida comigo...Para ti, que me acompanhas nas quedas e nos mais altos vôos...Para ti, que me ensinaste ouvir o mar dizer-me para ser feliz...Para ti, que depois do vôo, me ensinaste a aterrar...Para ti, que estás sempre comigo...Para ti, que me ensinas tanto...Para ti...um sorriso...A AMIZADE É A MAIS BELA FORMA DE AMOR!!!...ADORO-TE!!!
...Para ti...aquele abraço apertado...Um abraço fechado...Para ti, por qualquer dia temos que ir andar de baloiço...Quero que o Francisco Maria aprenda a dar a mão...Afinal, para ti, para nós, a amizade é mesmo a mais bela forma de amor!
No avesso da alma
Hoje criei o meu blog.Chamei-lhe por outra palavras...porque sim... por outras palavras...Mafalda Veiga como banda sonora da minha própia vida...por outra palavras...apeteceu-me criar um blog...Eu,por outras palavras,no avesso da alma...
Estou a ficar apaixonada - pela música do Luís Represas,que neste álbum reafirma a sua enorme qualidade - de tal modo que começo a sentir que estou meio "Fora de Mão".Adoro as letras do João Monge...Este homem tem mesmo o dom de me ler a alma...e a música tem, mesmo!,o poder de nos fazer transportar às memórias.
No meio dos calhamaços de História do Direito Português encontra-se, sem se perder, o novo livro do Alberoni..."O Mistério do Enamoramento".Há amores que não se perdem...há mistérios que não se desvendam.Mesmo assim,vale a pena o enamoramento...porque o que interessa é mesmo o presente,o que acontece aqui e agora...tudo vale a pena quando a alma não é pequena,já dizia a Florbela, que percebia disto a rodos...Vale a pena nem que seja por um instante,um instante perfeito,de comunhão de corpos e almas...vale a pena até para que a amizade se revele a mais bela forma de amor!E por falar nisso...lembraste da última vez que chorei no teu colo?O mundo desaba, chorasse e esperasse que o sol volte a nascer...Afinal, a vida segue lá fora.
Houve alguém que me ensinou que "se eu voar sem saber onde vou,se eu andar sem conhecer quem sou,se eu falar e a voz soar com a manhã,eu sei...Se eu beber dessa luz que apaga a noite em mim, e se um dia eu disser que já não quero estar aqui,só Deus sabe o que virá,só deus sabe o que será,não há outro que conhece tudo o que acontece em mim.Se a tristeza é mais profunda que a dor,se este dia já não tem sabor e no pensar que tudo isto já pensei,eu sei...Na incerteza de saber o que fazer o que querer, mesmo sem nunca pensar que um dia o vá expressar, nao há outro que conhce tudo o que acontece em mim"...Esta música tem o condão de me apaziguar a alma,é como a tua voz...é engraçado seres agnóstico!
É verdade,com Luís Represas também aprendi que,"ninguém pode pedir... nem um segundo...da vida inteira...que um dia passou por nós..."E é pena!Porque, também "ninguém pode pedir... que os teus segredos...venham abrir...o mundo do teu coração...
Hoje tive saudades...saudades de um tempo em que ainda não tinha saudades.Fazes-me falta.
26 de Dezembro de 2003
| Estou a ficar apaixonada - pela música do Luís Represas,que neste álbum reafirma a sua enorme qualidade - de tal modo que começo a sentir que estou meio "Fora de Mão".Adoro as letras do João Monge...Este homem tem mesmo o dom de me ler a alma...e a música tem, mesmo!,o poder de nos fazer transportar às memórias.
No meio dos calhamaços de História do Direito Português encontra-se, sem se perder, o novo livro do Alberoni..."O Mistério do Enamoramento".Há amores que não se perdem...há mistérios que não se desvendam.Mesmo assim,vale a pena o enamoramento...porque o que interessa é mesmo o presente,o que acontece aqui e agora...tudo vale a pena quando a alma não é pequena,já dizia a Florbela, que percebia disto a rodos...Vale a pena nem que seja por um instante,um instante perfeito,de comunhão de corpos e almas...vale a pena até para que a amizade se revele a mais bela forma de amor!E por falar nisso...lembraste da última vez que chorei no teu colo?O mundo desaba, chorasse e esperasse que o sol volte a nascer...Afinal, a vida segue lá fora.
Houve alguém que me ensinou que "se eu voar sem saber onde vou,se eu andar sem conhecer quem sou,se eu falar e a voz soar com a manhã,eu sei...Se eu beber dessa luz que apaga a noite em mim, e se um dia eu disser que já não quero estar aqui,só Deus sabe o que virá,só deus sabe o que será,não há outro que conhece tudo o que acontece em mim.Se a tristeza é mais profunda que a dor,se este dia já não tem sabor e no pensar que tudo isto já pensei,eu sei...Na incerteza de saber o que fazer o que querer, mesmo sem nunca pensar que um dia o vá expressar, nao há outro que conhce tudo o que acontece em mim"...Esta música tem o condão de me apaziguar a alma,é como a tua voz...é engraçado seres agnóstico!
É verdade,com Luís Represas também aprendi que,"ninguém pode pedir... nem um segundo...da vida inteira...que um dia passou por nós..."E é pena!Porque, também "ninguém pode pedir... que os teus segredos...venham abrir...o mundo do teu coração...
Hoje tive saudades...saudades de um tempo em que ainda não tinha saudades.Fazes-me falta.
26 de Dezembro de 2003
Sol de Inverno
Do que eu gosto mesmo é do sol de inverno...é bom!...derrete o gelo e aquece a alma.
Hoje tou gelada...faz dois meses...continuo virada do avesso..."Há sempre alguém que nos faz falta...ai saudade"...Pode ser que amanhã faça sol!
Única, na revista do expresso, a crónica da Inês Pedrosa.Admiro esta senhora, que já me concedeu o privilégio de a entrevistar e, que tem "a coragem de elogiar".Hoje salta-me à vista que "a ronha é o verdadeiro sal português, aquilo que encanta os forasteiros mais propensos a filosofia do exótico.".Desvirtuo, automáticamente, o sentido destas palavras retirando-as do contexto.
...ronha é bom...é como o sol de inverno...temos que explicar à outra Inês que quem faz ronha é mais feliz...Instrução dos Amantes...nas tuas mãos...fazes-me falta...fica comigo esta noite...
Amanhã vais estar sol...um radioso sol de inverno!
| Hoje tou gelada...faz dois meses...continuo virada do avesso..."Há sempre alguém que nos faz falta...ai saudade"...Pode ser que amanhã faça sol!
Única, na revista do expresso, a crónica da Inês Pedrosa.Admiro esta senhora, que já me concedeu o privilégio de a entrevistar e, que tem "a coragem de elogiar".Hoje salta-me à vista que "a ronha é o verdadeiro sal português, aquilo que encanta os forasteiros mais propensos a filosofia do exótico.".Desvirtuo, automáticamente, o sentido destas palavras retirando-as do contexto.
...ronha é bom...é como o sol de inverno...temos que explicar à outra Inês que quem faz ronha é mais feliz...Instrução dos Amantes...nas tuas mãos...fazes-me falta...fica comigo esta noite...
Amanhã vais estar sol...um radioso sol de inverno!
Por outras palavras
Por outras palavras...
Ninguém disse que os dias eram nossos
Ninguém prometeu nada
Fui eu que julguei que podia arrancar sempre
mais uma madrugada
Ninguém disse que o riso nos pertence
Ninguém prometeu nada
Fui eu que julguei que podia arrancar sempre
mais uma gargalhada
E deixar-me devorar pelos sentidos
E rasgar-me do mais fundo que há em mim
Emaranhar-me no mundo
e morrer por ser preciso
Nunca por chegar ao fim
Ninguém disse que os dias eram nossos
Ninguém prometeu nada
Fui eu que julguei que sabia arrancar sempre
mais uma gargalhada
E deixar-me devorar pelos sentidos
E rasgar-me do mais fundo que há em mim
Emaranhar-me no mundo
e morrer por ser preciso
Nunca por chegar ao fim
| Ninguém disse que os dias eram nossos
Ninguém prometeu nada
Fui eu que julguei que podia arrancar sempre
mais uma madrugada
Ninguém disse que o riso nos pertence
Ninguém prometeu nada
Fui eu que julguei que podia arrancar sempre
mais uma gargalhada
E deixar-me devorar pelos sentidos
E rasgar-me do mais fundo que há em mim
Emaranhar-me no mundo
e morrer por ser preciso
Nunca por chegar ao fim
Ninguém disse que os dias eram nossos
Ninguém prometeu nada
Fui eu que julguei que sabia arrancar sempre
mais uma gargalhada
E deixar-me devorar pelos sentidos
E rasgar-me do mais fundo que há em mim
Emaranhar-me no mundo
e morrer por ser preciso
Nunca por chegar ao fim